terça-feira, 28 de junho de 2011

yesterday

Que mania essa, de ficar romantizando o passado, fazendo dele a melhor parte de nós mesmos. Talvez o fato de ser passado, quer dizer, algo que não temos como voltar atrás e recuperar, dá a ele um certo charme (?), e nós o queremos de volta, assim como queremos tudo aquilo que nos é inatingível.

sábado, 4 de junho de 2011

Mesmo Que Mude (Bidê Ou Balde)

Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou

Pelo jeito não descarta uma nova paixão

Mas espera que ele ligue a qualquer hora


Só pra conversar

E perguntar se é tarde pra ligar

Dizer que pensou nela

Estava com saudade

Mesmo sem ter esquecido o que passou


Ele vai mudar,

Escolher um jeito novo de dizer "alô"

Vai ter medo de que um dia ela vá mudar

Que aprenda a esquecer sua velha paixão

Mas evita ir até o telefone

Para conversar

Pois é muito tarde pra ligar


Tem pensado nela

Estava com saudade

Mesmo sem ter esquecido que

É sempre amor, mesmo que acabe

Com ele aonde quer que esteja

É sempre amor, mesmo que mude

É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que é amor


Para conversar

Nunca é muito tarde pra ligar

Ele pensa nela

Ela tem saudade

Mesmo sem ter esquecido que

É sempre amor, mesmo que acabe

Com ela aonde quer que esteja

É sempre amor, mesmo que mude

É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou




terça-feira, 31 de maio de 2011

you only live once - Nostalgia [2]

Depois de quase chorar lendo isso:
Vi uma foto agora na página do Facebook de uma amiga, é de uns anos atrás e lá estavamos eu e minhas "melhores amigas" no shopping, porque uma banda que gosta[va]mos em comum estava em uma tarde de autógrafos. Enfim, eu senti tanta saudade daquele ano, daquele dia, daquele momento que me levou a pensar que esses acontecimentos do tempo de escola não voltarão e que, mesmo que não percamos contato, não será igual. Não estaremos na rotina uns dos outros, não passaremos horas juntos, não nos desejaremos "boa sorte" antes das provas, não discutiremos as notas depois das provas, não ficaremos fazendo nada na aula de Educação Física, não conversaremos incessantemente, como se não houvesse mais ninguém na sala, até o professor gritar.
Myllena

ps: Facebook de uma amiga, leia-se: o meu Facebook.

E agora a gente, depois de chegar até aqui, percebe: é o último ano. Depois de passarmos tantos anos reclamando, desejando por esse momento, cá estamos nós, sem saber direito como reagir. Não sabemos se ficamos felizes, porque enfim, teremos férias, ou se ficamos tristes por elas terem chegado tão rápido a ponto de quase não termos percebido. Será que estamos prontos para "encarar o mundo lá fora"? Será que daqui alguns anos, todos esses momentos agora tão importantes para nós, não vão passar de borrões na nossa memória?

quarta-feira, 20 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Madame Bovary (Gustave Flaubert)

Aliás, nada valia a pena ser buscado; tudo era ilusão! Cada sorriso escondia um bocejo de aborrecimento, cada alegria uma maldição, todo prazer um desgosto, e os melhores beijos não lhe deixariam nos lábios senão uma vontade irrealizável de uma volúpia maior.

sábado, 26 de março de 2011

#horadoplaneta

É só uma hora. Ninguém está dizendo que essa única hora irá salvar o mundo, resolver todos os problemas. Mas não custa nada apagarmos as luzes e nos unirmos a este ato simbólico para mostrarmos que nos preocupamos com o futuro do planeta. Afinal, é só uma hora. Mas já é um começo.


sexta-feira, 25 de março de 2011

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Não sei que força é essa que me faz voltar para ti, te procurar depois de tudo o que aconteceu; que me faz engolir meu orgulho, meu amor próprio. Por mais que eu relute, pense em todos os contras, sempre há uma qualidade tua, pequena que seja, que faz com que eu esqueça tudo o que antes eu amaldiçoava em ti. Ou então, quando essas qualidades não existem, nada me impede de te criar uma, e assim me perder no que é realidade ou ilusão. Há sempre aquela esperança idiota, ingênua, que nunca se apaga, e que com um único olhar, se incendeia - me cega. E, por um breve momento, me envolve num calor terno, dá a impressão de que será eterno, e depois, no ápice dos meus devaneios, me faz sentir a frieza do chão novamente.